
Livro de Condolências
Neste espaço, convidamos todos aqueles que conheceram e estimaram Eugénio José da Cruz Fonseca a deixar uma mensagem de carinho, homenagem e solidariedade à família.
Que as palavras aqui partilhadas possam guardar a memória de Eugénio José da Cruz Fonseca e transmitir conforto e força a todos os que sofrem com esta perda.
A sua memória permanecerá sempre nos nossos corações
50 mensagens.
Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento de Eugénio Fonseca. Ao longo de duas décadas de trabalho conjunto na Cáritas Portuguesa, e também no apoio à missão da Confederação, tive o privilégio de o acompanhar de perto e de testemunhar a sua integridade, o seu sentido de serviço e a sua profunda humanidade.
O Eugénio era um homem de grande retidão e, ao mesmo tempo, de genuína atenção às pessoas. Guardo com muito apreço a relação de trabalho e de respeito mútuo que fomos construindo, bem como a forma exemplar e serena como exerceu a sua liderança. A sua partida deixa uma grande saudade, mas também um legado que continuará a inspirar todos quantos com ele se cruzaram.
Às pessoas que integram os órgãos sociais, aos colaboradores e aos amigos da Confederação, endereço as minhas mais sentidas condolências e toda a minha solidariedade neste momento difícil.
Anabela Secca
O Eugénio era um homem de grande retidão e, ao mesmo tempo, de genuína atenção às pessoas. Guardo com muito apreço a relação de trabalho e de respeito mútuo que fomos construindo, bem como a forma exemplar e serena como exerceu a sua liderança. A sua partida deixa uma grande saudade, mas também um legado que continuará a inspirar todos quantos com ele se cruzaram.
Às pessoas que integram os órgãos sociais, aos colaboradores e aos amigos da Confederação, endereço as minhas mais sentidas condolências e toda a minha solidariedade neste momento difícil.
Anabela Secca
O Grupo de Voluntariado da Universidade do Algarve, UAlg V+, manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Professor Eugénio da Fonseca, Presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado.
Figura de referência na promoção do voluntariado em Portugal, dedicou grande parte da sua vida ao serviço dos outros, contribuindo para o fortalecimento das organizações da sociedade civil e para a valorização do papel dos voluntários na construção de uma sociedade mais solidária e inclusiva.
Neste momento de tristeza, o UAlg V+ presta homenagem ao seu legado, endereçando sentida gratidão e reconhecimento pelo seu exemplo de vida e serviço à comunidade, e expressa as mais sentidas condolências à sua família, amigos, colaboradores e a toda a comunidade da Confederação Portuguesa de Voluntariado.
Figura de referência na promoção do voluntariado em Portugal, dedicou grande parte da sua vida ao serviço dos outros, contribuindo para o fortalecimento das organizações da sociedade civil e para a valorização do papel dos voluntários na construção de uma sociedade mais solidária e inclusiva.
Neste momento de tristeza, o UAlg V+ presta homenagem ao seu legado, endereçando sentida gratidão e reconhecimento pelo seu exemplo de vida e serviço à comunidade, e expressa as mais sentidas condolências à sua família, amigos, colaboradores e a toda a comunidade da Confederação Portuguesa de Voluntariado.
Caros amigos da Confederação Portuguesa do Voluntariado,
A FEC exprime o seu profundo pesar pelo recente falecimento do nosso querido Eugénio José da Cruz Fonseca.
Agradecemos o dom da sua vida, todo o trabalho que realizou na promoção do voluntariado em Portugal, a sua disponibilidade e entusiasmo e dedicação à missão que Deus lhe confiou.
Eugénio Fonseca foi uma referência no setor social e no voluntariado em Portugal. Com discrição e coerência, soube construir pontes, aproximar organizações e recordar-nos que o centro de qualquer ação deve ser sempre a dignidade humana. Guardaremos a memória de um homem profundamente comprometido com o serviço aos outros, cuja forma de estar inspirou gerações de pessoas e instituições.
Agradecemos toda a presença, apoio e carinho que sempre demonstrou para com a FEC bem como a sua disponibilidade para apoiar e ser parte integrante de projetos desenvolvidos pela nossa organização.
À sua família, queremos deixar uma palavra de carinho e proximidade neste momento tão difícil. Guardaremos com gratidão a memória de Eugénio Fonseca e o exemplo de humanidade, generosidade e serviço que nos deixou. Que o amor, a amizade e o reconhecimento de tantos que com ele se cruzaram possam trazer algum conforto nesta hora de despedida. Confiamos a sua alma à misericórdia de Deus e unimo-nos em oração.
A FEC apresenta a toda a Confederação Portuguesa do Voluntariado, à sua família, aos seus amigos e a todos os que tiveram o privilégio de fazer parte da sua vida as suas mais sentidas condolências, curvando-se respeitosamente perante a sua memória.
A FEC exprime o seu profundo pesar pelo recente falecimento do nosso querido Eugénio José da Cruz Fonseca.
Agradecemos o dom da sua vida, todo o trabalho que realizou na promoção do voluntariado em Portugal, a sua disponibilidade e entusiasmo e dedicação à missão que Deus lhe confiou.
Eugénio Fonseca foi uma referência no setor social e no voluntariado em Portugal. Com discrição e coerência, soube construir pontes, aproximar organizações e recordar-nos que o centro de qualquer ação deve ser sempre a dignidade humana. Guardaremos a memória de um homem profundamente comprometido com o serviço aos outros, cuja forma de estar inspirou gerações de pessoas e instituições.
Agradecemos toda a presença, apoio e carinho que sempre demonstrou para com a FEC bem como a sua disponibilidade para apoiar e ser parte integrante de projetos desenvolvidos pela nossa organização.
À sua família, queremos deixar uma palavra de carinho e proximidade neste momento tão difícil. Guardaremos com gratidão a memória de Eugénio Fonseca e o exemplo de humanidade, generosidade e serviço que nos deixou. Que o amor, a amizade e o reconhecimento de tantos que com ele se cruzaram possam trazer algum conforto nesta hora de despedida. Confiamos a sua alma à misericórdia de Deus e unimo-nos em oração.
A FEC apresenta a toda a Confederação Portuguesa do Voluntariado, à sua família, aos seus amigos e a todos os que tiveram o privilégio de fazer parte da sua vida as suas mais sentidas condolências, curvando-se respeitosamente perante a sua memória.
Em nome do Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, é com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento da Prof.ª Eugénia da Fonseca.
Recordamos, com gratidão, o trabalho conjunto que tivemos o privilégio de desenvolver com a Prof.ª Eugénia da Fonseca no seio da Confederação Portuguesa de Voluntariado, uma colaboração pautada sempre pelo espírito de serviço e pelo compromisso genuíno com o bem comum.
A sua dedicação a diversas causas sociais, e em particular ao voluntariado em Portugal, deixou uma marca profunda e inspiradora em todos os que tiveram a oportunidade de com ela colaborar. O seu exemplo de generosidade, entrega e serviço ao próximo permanecerá como um legado vivo entre nós.
Expressamos à família e a todos quantos lhe eram próximos, as nossas sentidas condolências, unindo-nos em oração e em gratidão pela vida e obra da Prof.ª Eugénia da Fonseca.
Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus.
Recordamos, com gratidão, o trabalho conjunto que tivemos o privilégio de desenvolver com a Prof.ª Eugénia da Fonseca no seio da Confederação Portuguesa de Voluntariado, uma colaboração pautada sempre pelo espírito de serviço e pelo compromisso genuíno com o bem comum.
A sua dedicação a diversas causas sociais, e em particular ao voluntariado em Portugal, deixou uma marca profunda e inspiradora em todos os que tiveram a oportunidade de com ela colaborar. O seu exemplo de generosidade, entrega e serviço ao próximo permanecerá como um legado vivo entre nós.
Expressamos à família e a todos quantos lhe eram próximos, as nossas sentidas condolências, unindo-nos em oração e em gratidão pela vida e obra da Prof.ª Eugénia da Fonseca.
Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus.
Foi com profunda consternação e enorme tristeza que recebemos a notícia do falecimento súbito do Presidente da Direção da CPV, Eugénio José da Cruz Fonseca.
O Dr. Eugénio Fonseca deixa um vazio imensurável, não apenas na CPV Confederação, mas em todo o panorama do voluntariado e da ação social em Portugal. A sua visão humanista, o seu olhar atento ao próximo e o seu compromisso inabalável com a construção de uma sociedade mais justa e solidária são um legado que continuará a inspirar todos os que acreditam no serviço à comunidade.
Expressamos as nossas mais sinceras condolências a toda a equipa da CPV, estendendo o nosso voto de solidariedade à família e aos amigos mais próximos.
Estamos solidários convosco nesta perda tão significativa.
Em nome da direção da Ser Mais Valia
Edmundo Cardeira
O Dr. Eugénio Fonseca deixa um vazio imensurável, não apenas na CPV Confederação, mas em todo o panorama do voluntariado e da ação social em Portugal. A sua visão humanista, o seu olhar atento ao próximo e o seu compromisso inabalável com a construção de uma sociedade mais justa e solidária são um legado que continuará a inspirar todos os que acreditam no serviço à comunidade.
Expressamos as nossas mais sinceras condolências a toda a equipa da CPV, estendendo o nosso voto de solidariedade à família e aos amigos mais próximos.
Estamos solidários convosco nesta perda tão significativa.
Em nome da direção da Ser Mais Valia
Edmundo Cardeira
Foi com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento do Prof. Eugénio Fonseca.
Em nome da Associação dos Escoteiros de Portugal, deixamos as nossas mais sentidas condolências à família e amigos, bem como a toda a equipa e confederadas da CPV.
O seu percurso e dedicação ao voluntariado e ao serviço à comunidade deixam um legado muito importante, que certamente continuará a inspirar o trabalho da CPV e de todos aqueles que, como nós, acreditam no valor do voluntariado para a construção de uma sociedade mais solidária.
Com os nossos sentimentos,
Associação dos Escoteiros de Portugal
Em nome da Associação dos Escoteiros de Portugal, deixamos as nossas mais sentidas condolências à família e amigos, bem como a toda a equipa e confederadas da CPV.
O seu percurso e dedicação ao voluntariado e ao serviço à comunidade deixam um legado muito importante, que certamente continuará a inspirar o trabalho da CPV e de todos aqueles que, como nós, acreditam no valor do voluntariado para a construção de uma sociedade mais solidária.
Com os nossos sentimentos,
Associação dos Escoteiros de Portugal
A Associação Portuguesa de Ética e Filosofia Prática – APEFP manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Eugénio José da Cruz Fonseca, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa do Voluntariado e figura de referência do setor social e do voluntariado em Portugal.
A APEFP recorda com particular respeito o seu compromisso com o voluntariado enquanto expressão de cidadania, responsabilidade e compromisso com o bem comum.
À sua família, amigos, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todas as instituições e pessoas que com ele caminharam, apresentamos as nossas mais sentidas condolências.
Fica o exemplo. Fica a obra. Fica a memória de uma vida colocada ao serviço dos outros.
A Direção Nacional da APEFP
Eugénio Oliveira
A APEFP recorda com particular respeito o seu compromisso com o voluntariado enquanto expressão de cidadania, responsabilidade e compromisso com o bem comum.
À sua família, amigos, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todas as instituições e pessoas que com ele caminharam, apresentamos as nossas mais sentidas condolências.
Fica o exemplo. Fica a obra. Fica a memória de uma vida colocada ao serviço dos outros.
A Direção Nacional da APEFP
Eugénio Oliveira
Foi com tristeza que soubemos, na Serve the City, da partida do Sr Prof Eugénio Fonseca. Deixamos aqui uma nota de agradecimento pelos anos de serviço a favor de um Portugal mais solidário, e as nossas condolências para a família, amigos e colegas mais chegados.
Também eu quero manifestar a minha tristeza pela partida, para a Casa do Pai, do meu Querido Amigo Prof. Eugénio da Fonseca, embora tenha a certeza que, lá no Céu, juntamente com o seu Bispo D. Manuel Martins, continuarão a transformar o Mundo em Reino de Deus através da Caridade e do Voluntariado! O Ideal da Caridade e do Voluntariado são essenciais para a vivência da Fraternidade Universal e a construção de uma só Família Humana que os nossos Papas tanto têm desejado!...
Foi com profunda tristeza que a Fundação Eugénio de Almeida tomou conhecimento do falecimento do Senhor Professor Eugénio José da Cruz Fonseca.
Neste momento de dor e consternação apresentamos, em nome da Fundação Eugénio de Almeida, as mais sentidas condolências à sua família, aos seus amigos e a toda a equipa da Confederação Portuguesa do Voluntariado, instituição da qual era Presidente.
O Senhor Professor Eugénio Fonseca deixa um legado ímpar de dedicação ao voluntariado, à solidariedade e à construção de uma sociedade mais humana, justa e coesa. A Fundação Eugénio de Almeida teve o privilégio de acompanhar de perto o seu percurso e de testemunhar o seu inestimável contributo para a valorização e promoção do voluntariado em Portugal.
Neste momento de dor e consternação apresentamos, em nome da Fundação Eugénio de Almeida, as mais sentidas condolências à sua família, aos seus amigos e a toda a equipa da Confederação Portuguesa do Voluntariado, instituição da qual era Presidente.
O Senhor Professor Eugénio Fonseca deixa um legado ímpar de dedicação ao voluntariado, à solidariedade e à construção de uma sociedade mais humana, justa e coesa. A Fundação Eugénio de Almeida teve o privilégio de acompanhar de perto o seu percurso e de testemunhar o seu inestimável contributo para a valorização e promoção do voluntariado em Portugal.
É com profunda tristeza que recebemos a notícia do súbito falecimento de Eugénio Fonseca, Presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado.
Em nome do Centre for European Volunteering, de todos os seus membros, direcção e equipa, gostaríamos de expressar as nossas mais sinceras e sentidas condolências à equipa e direcção da Confederação
Portuguesa do Voluntariado e suas confederadas, bem como à sua família e amigos.
Neste momento de dor, transmitimos a nossa solidariedade e apoio a toda a equipa da Confederação Portuguesa do Voluntariado, certos de que o seu trabalho, dedicação e compromisso com o voluntariado deixarão uma marca duradoura na organização, em todos aqueles que com ele partilharam o caminho, e no Voluntariado em Portugal.
Com os nossos mais profundos sentimentos,
Gabriella Civico and Lejla Šehić Relić
Centre for European Volunteering
Em nome do Centre for European Volunteering, de todos os seus membros, direcção e equipa, gostaríamos de expressar as nossas mais sinceras e sentidas condolências à equipa e direcção da Confederação
Portuguesa do Voluntariado e suas confederadas, bem como à sua família e amigos.
Neste momento de dor, transmitimos a nossa solidariedade e apoio a toda a equipa da Confederação Portuguesa do Voluntariado, certos de que o seu trabalho, dedicação e compromisso com o voluntariado deixarão uma marca duradoura na organização, em todos aqueles que com ele partilharam o caminho, e no Voluntariado em Portugal.
Com os nossos mais profundos sentimentos,
Gabriella Civico and Lejla Šehić Relić
Centre for European Volunteering
Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento de Eugénio da Fonseca, figura incontornável da ação social da Igreja em Portugal e testemunha perseverante de uma caridade que procurou sempre fazer-se proximidade, compromisso e defesa da dignidade de cada pessoa.
Ao longo de décadas, Eugénio da Fonseca colocou as suas capacidades, a sua inteligência e uma extraordinária dedicação ao serviço dos mais pobres e vulneráveis. A sua longa responsabilidade na Cáritas Portuguesa, bem como o seu empenho no voluntariado e em tantos outros âmbitos da pastoral social, deixaram uma marca profunda na Igreja e na sociedade portuguesa.
Não se limitou a falar dos pobres: procurou conhecê-los, escutá-los e fazer com que a sua voz fosse ouvida. Via na pobreza não uma fatalidade perante a qual nos devamos resignar, mas uma interpelação à consciência, à responsabilidade e à solidariedade de todos. A sua intervenção pública foi, por isso, marcada pela defesa determinada da justiça social, pelo apelo à responsabilidade coletiva e pela convicção de que o serviço aos mais frágeis pertence ao próprio coração da fé cristã.
O seu testemunho recorda-nos que a caridade não é apenas uma obra que realizamos, mas uma forma de olhar o outro e de habitar o mundo. Naqueles que sofrem, Eugénio da Fonseca soube reconhecer rostos concretos, histórias concretas, irmãos concretos. E levou consigo para a oração aqueles que encontrava no serviço quotidiano, deixando perceber quanto a proximidade aos pobres se tinha tornado parte da sua própria experiência de Deus.
Neste momento de separação, quero exprimir a minha proximidade e sentidas condolências à sua família, aos seus amigos, à Cáritas, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos quantos com ele partilharam tantos anos de serviço e compromisso.
A morte enche-nos de tristeza, mas não possui, para os cristãos, a última palavra. Em Jesus Cristo ressuscitado recebemos a esperança de que a vida não termina, mas é transformada, e de que todo o bem realizado por amor encontra em Deus a sua plenitude.
Confio Eugénio da Fonseca à misericórdia do Pai, a quem tantas vezes confiou os pobres que encontrou ao longo da vida. Que o Senhor o receba na sua paz e lhe conceda a alegria da Vida eterna.
Lisboa, 12 de agosto de 2026
† RUI, Patriarca de Lisboa
https://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=13707
Ao longo de décadas, Eugénio da Fonseca colocou as suas capacidades, a sua inteligência e uma extraordinária dedicação ao serviço dos mais pobres e vulneráveis. A sua longa responsabilidade na Cáritas Portuguesa, bem como o seu empenho no voluntariado e em tantos outros âmbitos da pastoral social, deixaram uma marca profunda na Igreja e na sociedade portuguesa.
Não se limitou a falar dos pobres: procurou conhecê-los, escutá-los e fazer com que a sua voz fosse ouvida. Via na pobreza não uma fatalidade perante a qual nos devamos resignar, mas uma interpelação à consciência, à responsabilidade e à solidariedade de todos. A sua intervenção pública foi, por isso, marcada pela defesa determinada da justiça social, pelo apelo à responsabilidade coletiva e pela convicção de que o serviço aos mais frágeis pertence ao próprio coração da fé cristã.
O seu testemunho recorda-nos que a caridade não é apenas uma obra que realizamos, mas uma forma de olhar o outro e de habitar o mundo. Naqueles que sofrem, Eugénio da Fonseca soube reconhecer rostos concretos, histórias concretas, irmãos concretos. E levou consigo para a oração aqueles que encontrava no serviço quotidiano, deixando perceber quanto a proximidade aos pobres se tinha tornado parte da sua própria experiência de Deus.
Neste momento de separação, quero exprimir a minha proximidade e sentidas condolências à sua família, aos seus amigos, à Cáritas, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos quantos com ele partilharam tantos anos de serviço e compromisso.
A morte enche-nos de tristeza, mas não possui, para os cristãos, a última palavra. Em Jesus Cristo ressuscitado recebemos a esperança de que a vida não termina, mas é transformada, e de que todo o bem realizado por amor encontra em Deus a sua plenitude.
Confio Eugénio da Fonseca à misericórdia do Pai, a quem tantas vezes confiou os pobres que encontrou ao longo da vida. Que o Senhor o receba na sua paz e lhe conceda a alegria da Vida eterna.
Lisboa, 12 de agosto de 2026
† RUI, Patriarca de Lisboa
https://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=13707
Foi com consternação que soube do falecimento do Dr Eugénio.
Conheci-o como presidente da Cáritas de Setúbal, em 1992-93, quando comecei a trabalhar no, então, CAIC da Bela Vista.
Desde então a admiração mútua foi-se construindo, na luta pelos mais desamparados e desfavorecidos, culminando na apresentação da edição da minha tese de doutoramento, durante a pandemia. Para ele fui uma educadora; criativa/inventiva para encontrar estratégias para chegar ao outro; mas para mim ele foi um escutador de pessoas e uma alma desassossegada; perante a injustiça social. Gratidão por tê-lo tido no meu caminho. Um bem haja Dr. Eugénio.
Conheci-o como presidente da Cáritas de Setúbal, em 1992-93, quando comecei a trabalhar no, então, CAIC da Bela Vista.
Desde então a admiração mútua foi-se construindo, na luta pelos mais desamparados e desfavorecidos, culminando na apresentação da edição da minha tese de doutoramento, durante a pandemia. Para ele fui uma educadora; criativa/inventiva para encontrar estratégias para chegar ao outro; mas para mim ele foi um escutador de pessoas e uma alma desassossegada; perante a injustiça social. Gratidão por tê-lo tido no meu caminho. Um bem haja Dr. Eugénio.
Até sempre Querido Amigo!
Muito obrigado por nos ensinai os caminhos da solidariedade. Que nunca deixemos ninguém para trás!
Muito obrigado por nos ensinai os caminhos da solidariedade. Que nunca deixemos ninguém para trás!
Meu Bom Amigo Eugénio da Fonseca , mais do que um Amigo perdi alguém que marcou muito a minha vida. A tua memória ficará sempre gravada no meu coração. Descansa em Paz no Reino de Deus. A família deixo um abraço de solidariedade, profundo respeito e carinho. O Eugénio estará sempre nos nossos corações.
Com profunda tristeza, presto a minha homenagem a Eugénio José da Cruz Fonseca, um homem que dedicou uma parte essencial da sua vida ao voluntariado.
O melhor tributo que lhe podemos prestar é não deixar morrer a sua obra, mas fazê-la continuar, com a mesma dedicação e sentido de missão.
Que o seu legado permaneça vivo em todos nós.
À família, deixo a minha mais sentida solidariedade e um abraço de profundo respeito e carinho.
O melhor tributo que lhe podemos prestar é não deixar morrer a sua obra, mas fazê-la continuar, com a mesma dedicação e sentido de missão.
Que o seu legado permaneça vivo em todos nós.
À família, deixo a minha mais sentida solidariedade e um abraço de profundo respeito e carinho.
Uma vida dedicada aos outros. Eugénio Fonseca dedicou muitos anos ao serviço dos outros, tendo-se destacado na luta contra a pobreza, na defesa da justiça social e da doutrina social da Igreja no país. Também esteve ligado a várias instituições universitárias, em particular, ao Conselho Geral do Iscte, do qual foi membro. O anúncio da sua morte, está quarta-feira, 12, aos 69 anos, foi dado pelo cardeal Américo Aguiar, que salientou a sua dedicação aos mais pobres, frágeis e esquecidos.
Nasceu, em Setúbal, em 1957, no seio de uma família desfavorecida. Apesar das dificuldades económicas, conseguiu prosseguir os estudos e acabou por se licenciar em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Entre 1987 e 2016, foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal e, a partir de 1999, dirigiu a Cáritas Portuguesa, onde até 2020 acompanhou algumas das maiores transformações sociais das últimas décadas: dos novos fluxos migratórios à pandemia de Covid-19, passando pela crise dos refugiados. Presidiu igualmente à Confederação Portuguesa do Voluntariado. Em março passado, recebeu uma condecoração, atribuída pelo Papa Leão XIV, pela sua dedicação aos mais frágeis e vulneráveis.
Nasceu, em Setúbal, em 1957, no seio de uma família desfavorecida. Apesar das dificuldades económicas, conseguiu prosseguir os estudos e acabou por se licenciar em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Entre 1987 e 2016, foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal e, a partir de 1999, dirigiu a Cáritas Portuguesa, onde até 2020 acompanhou algumas das maiores transformações sociais das últimas décadas: dos novos fluxos migratórios à pandemia de Covid-19, passando pela crise dos refugiados. Presidiu igualmente à Confederação Portuguesa do Voluntariado. Em março passado, recebeu uma condecoração, atribuída pelo Papa Leão XIV, pela sua dedicação aos mais frágeis e vulneráveis.
A Associação Guias de Portugal recebeu a notícia do falecimento do Dr. Eugénio Fonseca com consternação e queremos expressar a nossa solidariedade, pois a sua partida será inequivocamente sentida na estrutura da CPV.
A sua entrega às causas sociais e dedicação à promoção e defesa do voluntariado em Portugal deixam um legado inspirador a todos nós que pudemos acompanhar, de alguma forma, o seu percurso.
Tivemos o prazer de poder contar com a sua presença nos eventos da Associação Guias de Portugal e perdurará a memória da sua postura serena e entusiasta.
Deixamos os nossos sinceros pêsames à sua família e amigos.
Continuamos,
Sempre alerta para servir,
A sua entrega às causas sociais e dedicação à promoção e defesa do voluntariado em Portugal deixam um legado inspirador a todos nós que pudemos acompanhar, de alguma forma, o seu percurso.
Tivemos o prazer de poder contar com a sua presença nos eventos da Associação Guias de Portugal e perdurará a memória da sua postura serena e entusiasta.
Deixamos os nossos sinceros pêsames à sua família e amigos.
Continuamos,
Sempre alerta para servir,
É com profunda tristeza que a Federação Nacional das Associações Juvenis se despede de Eugénio Fonseca.
Ao longo dos anos, tivemos a oportunidade de partilhar consigo muitos momentos e, através da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de conhecer de perto a sua forma tão dedicada e próxima de estar ao serviço dos outros.
Guardaremos a memória de uma pessoa generosa, disponível e profundamente dedicada aos outros. A sua forma de estar, sempre disponível para ouvir, dialogar e encontrar caminhos, refletia um compromisso genuíno com as pessoas e com uma sociedade mais solidária e participativa.
A sua partida deixa um vazio profundo naqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar e conviver consigo. Fica, porém, muito do que construiu: nas pessoas que inspirou, nas relações que criou e no movimento de voluntariado português ao qual dedicou tantos anos da sua vida.
À sua família e amigos, deixamos um abraço muito sentido e a nossa profunda solidariedade neste momento de dor. Recebam também o nosso reconhecimento por tudo aquilo que o Eugénio deu aos outros e ao país.
Fernando Vieira
Presidente FNAJ
Ao longo dos anos, tivemos a oportunidade de partilhar consigo muitos momentos e, através da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de conhecer de perto a sua forma tão dedicada e próxima de estar ao serviço dos outros.
Guardaremos a memória de uma pessoa generosa, disponível e profundamente dedicada aos outros. A sua forma de estar, sempre disponível para ouvir, dialogar e encontrar caminhos, refletia um compromisso genuíno com as pessoas e com uma sociedade mais solidária e participativa.
A sua partida deixa um vazio profundo naqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar e conviver consigo. Fica, porém, muito do que construiu: nas pessoas que inspirou, nas relações que criou e no movimento de voluntariado português ao qual dedicou tantos anos da sua vida.
À sua família e amigos, deixamos um abraço muito sentido e a nossa profunda solidariedade neste momento de dor. Recebam também o nosso reconhecimento por tudo aquilo que o Eugénio deu aos outros e ao país.
Fernando Vieira
Presidente FNAJ
Senhor Professor Eugénio da Fonseca - a luz que permanece
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
