
Livro de Condolências
Neste espaço, convidamos todos aqueles que conheceram e estimaram Eugénio José da Cruz Fonseca a deixar uma mensagem de carinho, homenagem e solidariedade à família.
Que as palavras aqui partilhadas possam guardar a memória de Eugénio José da Cruz Fonseca e transmitir conforto e força a todos os que sofrem com esta perda.
A sua memória permanecerá sempre nos nossos corações
39 mensagens.
Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento de Eugénio da Fonseca, figura incontornável da ação social da Igreja em Portugal e testemunha perseverante de uma caridade que procurou sempre fazer-se proximidade, compromisso e defesa da dignidade de cada pessoa.
Ao longo de décadas, Eugénio da Fonseca colocou as suas capacidades, a sua inteligência e uma extraordinária dedicação ao serviço dos mais pobres e vulneráveis. A sua longa responsabilidade na Cáritas Portuguesa, bem como o seu empenho no voluntariado e em tantos outros âmbitos da pastoral social, deixaram uma marca profunda na Igreja e na sociedade portuguesa.
Não se limitou a falar dos pobres: procurou conhecê-los, escutá-los e fazer com que a sua voz fosse ouvida. Via na pobreza não uma fatalidade perante a qual nos devamos resignar, mas uma interpelação à consciência, à responsabilidade e à solidariedade de todos. A sua intervenção pública foi, por isso, marcada pela defesa determinada da justiça social, pelo apelo à responsabilidade coletiva e pela convicção de que o serviço aos mais frágeis pertence ao próprio coração da fé cristã.
O seu testemunho recorda-nos que a caridade não é apenas uma obra que realizamos, mas uma forma de olhar o outro e de habitar o mundo. Naqueles que sofrem, Eugénio da Fonseca soube reconhecer rostos concretos, histórias concretas, irmãos concretos. E levou consigo para a oração aqueles que encontrava no serviço quotidiano, deixando perceber quanto a proximidade aos pobres se tinha tornado parte da sua própria experiência de Deus.
Neste momento de separação, quero exprimir a minha proximidade e sentidas condolências à sua família, aos seus amigos, à Cáritas, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos quantos com ele partilharam tantos anos de serviço e compromisso.
A morte enche-nos de tristeza, mas não possui, para os cristãos, a última palavra. Em Jesus Cristo ressuscitado recebemos a esperança de que a vida não termina, mas é transformada, e de que todo o bem realizado por amor encontra em Deus a sua plenitude.
Confio Eugénio da Fonseca à misericórdia do Pai, a quem tantas vezes confiou os pobres que encontrou ao longo da vida. Que o Senhor o receba na sua paz e lhe conceda a alegria da Vida eterna.
Lisboa, 12 de agosto de 2026
† RUI, Patriarca de Lisboa
https://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=13707
Ao longo de décadas, Eugénio da Fonseca colocou as suas capacidades, a sua inteligência e uma extraordinária dedicação ao serviço dos mais pobres e vulneráveis. A sua longa responsabilidade na Cáritas Portuguesa, bem como o seu empenho no voluntariado e em tantos outros âmbitos da pastoral social, deixaram uma marca profunda na Igreja e na sociedade portuguesa.
Não se limitou a falar dos pobres: procurou conhecê-los, escutá-los e fazer com que a sua voz fosse ouvida. Via na pobreza não uma fatalidade perante a qual nos devamos resignar, mas uma interpelação à consciência, à responsabilidade e à solidariedade de todos. A sua intervenção pública foi, por isso, marcada pela defesa determinada da justiça social, pelo apelo à responsabilidade coletiva e pela convicção de que o serviço aos mais frágeis pertence ao próprio coração da fé cristã.
O seu testemunho recorda-nos que a caridade não é apenas uma obra que realizamos, mas uma forma de olhar o outro e de habitar o mundo. Naqueles que sofrem, Eugénio da Fonseca soube reconhecer rostos concretos, histórias concretas, irmãos concretos. E levou consigo para a oração aqueles que encontrava no serviço quotidiano, deixando perceber quanto a proximidade aos pobres se tinha tornado parte da sua própria experiência de Deus.
Neste momento de separação, quero exprimir a minha proximidade e sentidas condolências à sua família, aos seus amigos, à Cáritas, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos quantos com ele partilharam tantos anos de serviço e compromisso.
A morte enche-nos de tristeza, mas não possui, para os cristãos, a última palavra. Em Jesus Cristo ressuscitado recebemos a esperança de que a vida não termina, mas é transformada, e de que todo o bem realizado por amor encontra em Deus a sua plenitude.
Confio Eugénio da Fonseca à misericórdia do Pai, a quem tantas vezes confiou os pobres que encontrou ao longo da vida. Que o Senhor o receba na sua paz e lhe conceda a alegria da Vida eterna.
Lisboa, 12 de agosto de 2026
† RUI, Patriarca de Lisboa
https://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=13707
Foi com consternação que soube do falecimento do Dr Eugénio.
Conheci-o como presidente da Cáritas de Setúbal, em 1992-93, quando comecei a trabalhar no, então, CAIC da Bela Vista.
Desde então a admiração mútua foi-se construindo, na luta pelos mais desamparados e desfavorecidos, culminando na apresentação da edição da minha tese de doutoramento, durante a pandemia. Para ele fui uma educadora; criativa/inventiva para encontrar estratégias para chegar ao outro; mas para mim ele foi um escutador de pessoas e uma alma desassossegada; perante a injustiça social. Gratidão por tê-lo tido no meu caminho. Um bem haja Dr. Eugénio.
Conheci-o como presidente da Cáritas de Setúbal, em 1992-93, quando comecei a trabalhar no, então, CAIC da Bela Vista.
Desde então a admiração mútua foi-se construindo, na luta pelos mais desamparados e desfavorecidos, culminando na apresentação da edição da minha tese de doutoramento, durante a pandemia. Para ele fui uma educadora; criativa/inventiva para encontrar estratégias para chegar ao outro; mas para mim ele foi um escutador de pessoas e uma alma desassossegada; perante a injustiça social. Gratidão por tê-lo tido no meu caminho. Um bem haja Dr. Eugénio.
Até sempre Querido Amigo!
Muito obrigado por nos ensinai os caminhos da solidariedade. Que nunca deixemos ninguém para trás!
Muito obrigado por nos ensinai os caminhos da solidariedade. Que nunca deixemos ninguém para trás!
Meu Bom Amigo Eugénio da Fonseca , mais do que um Amigo perdi alguém que marcou muito a minha vida. A tua memória ficará sempre gravada no meu coração. Descansa em Paz no Reino de Deus. A família deixo um abraço de solidariedade, profundo respeito e carinho. O Eugénio estará sempre nos nossos corações.
Com profunda tristeza, presto a minha homenagem a Eugénio José da Cruz Fonseca, um homem que dedicou uma parte essencial da sua vida ao voluntariado.
O melhor tributo que lhe podemos prestar é não deixar morrer a sua obra, mas fazê-la continuar, com a mesma dedicação e sentido de missão.
Que o seu legado permaneça vivo em todos nós.
À família, deixo a minha mais sentida solidariedade e um abraço de profundo respeito e carinho.
O melhor tributo que lhe podemos prestar é não deixar morrer a sua obra, mas fazê-la continuar, com a mesma dedicação e sentido de missão.
Que o seu legado permaneça vivo em todos nós.
À família, deixo a minha mais sentida solidariedade e um abraço de profundo respeito e carinho.
Uma vida dedicada aos outros. Eugénio Fonseca dedicou muitos anos ao serviço dos outros, tendo-se destacado na luta contra a pobreza, na defesa da justiça social e da doutrina social da Igreja no país. Também esteve ligado a várias instituições universitárias, em particular, ao Conselho Geral do Iscte, do qual foi membro. O anúncio da sua morte, está quarta-feira, 12, aos 69 anos, foi dado pelo cardeal Américo Aguiar, que salientou a sua dedicação aos mais pobres, frágeis e esquecidos.
Nasceu, em Setúbal, em 1957, no seio de uma família desfavorecida. Apesar das dificuldades económicas, conseguiu prosseguir os estudos e acabou por se licenciar em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Entre 1987 e 2016, foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal e, a partir de 1999, dirigiu a Cáritas Portuguesa, onde até 2020 acompanhou algumas das maiores transformações sociais das últimas décadas: dos novos fluxos migratórios à pandemia de Covid-19, passando pela crise dos refugiados. Presidiu igualmente à Confederação Portuguesa do Voluntariado. Em março passado, recebeu uma condecoração, atribuída pelo Papa Leão XIV, pela sua dedicação aos mais frágeis e vulneráveis.
Nasceu, em Setúbal, em 1957, no seio de uma família desfavorecida. Apesar das dificuldades económicas, conseguiu prosseguir os estudos e acabou por se licenciar em Ciências Religiosas pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Entre 1987 e 2016, foi presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal e, a partir de 1999, dirigiu a Cáritas Portuguesa, onde até 2020 acompanhou algumas das maiores transformações sociais das últimas décadas: dos novos fluxos migratórios à pandemia de Covid-19, passando pela crise dos refugiados. Presidiu igualmente à Confederação Portuguesa do Voluntariado. Em março passado, recebeu uma condecoração, atribuída pelo Papa Leão XIV, pela sua dedicação aos mais frágeis e vulneráveis.
A Associação Guias de Portugal recebeu a notícia do falecimento do Dr. Eugénio Fonseca com consternação e queremos expressar a nossa solidariedade, pois a sua partida será inequivocamente sentida na estrutura da CPV.
A sua entrega às causas sociais e dedicação à promoção e defesa do voluntariado em Portugal deixam um legado inspirador a todos nós que pudemos acompanhar, de alguma forma, o seu percurso.
Tivemos o prazer de poder contar com a sua presença nos eventos da Associação Guias de Portugal e perdurará a memória da sua postura serena e entusiasta.
Deixamos os nossos sinceros pêsames à sua família e amigos.
Continuamos,
Sempre alerta para servir,
A sua entrega às causas sociais e dedicação à promoção e defesa do voluntariado em Portugal deixam um legado inspirador a todos nós que pudemos acompanhar, de alguma forma, o seu percurso.
Tivemos o prazer de poder contar com a sua presença nos eventos da Associação Guias de Portugal e perdurará a memória da sua postura serena e entusiasta.
Deixamos os nossos sinceros pêsames à sua família e amigos.
Continuamos,
Sempre alerta para servir,
É com profunda tristeza que a Federação Nacional das Associações Juvenis se despede de Eugénio Fonseca.
Ao longo dos anos, tivemos a oportunidade de partilhar consigo muitos momentos e, através da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de conhecer de perto a sua forma tão dedicada e próxima de estar ao serviço dos outros.
Guardaremos a memória de uma pessoa generosa, disponível e profundamente dedicada aos outros. A sua forma de estar, sempre disponível para ouvir, dialogar e encontrar caminhos, refletia um compromisso genuíno com as pessoas e com uma sociedade mais solidária e participativa.
A sua partida deixa um vazio profundo naqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar e conviver consigo. Fica, porém, muito do que construiu: nas pessoas que inspirou, nas relações que criou e no movimento de voluntariado português ao qual dedicou tantos anos da sua vida.
À sua família e amigos, deixamos um abraço muito sentido e a nossa profunda solidariedade neste momento de dor. Recebam também o nosso reconhecimento por tudo aquilo que o Eugénio deu aos outros e ao país.
Fernando Vieira
Presidente FNAJ
Ao longo dos anos, tivemos a oportunidade de partilhar consigo muitos momentos e, através da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de conhecer de perto a sua forma tão dedicada e próxima de estar ao serviço dos outros.
Guardaremos a memória de uma pessoa generosa, disponível e profundamente dedicada aos outros. A sua forma de estar, sempre disponível para ouvir, dialogar e encontrar caminhos, refletia um compromisso genuíno com as pessoas e com uma sociedade mais solidária e participativa.
A sua partida deixa um vazio profundo naqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar e conviver consigo. Fica, porém, muito do que construiu: nas pessoas que inspirou, nas relações que criou e no movimento de voluntariado português ao qual dedicou tantos anos da sua vida.
À sua família e amigos, deixamos um abraço muito sentido e a nossa profunda solidariedade neste momento de dor. Recebam também o nosso reconhecimento por tudo aquilo que o Eugénio deu aos outros e ao país.
Fernando Vieira
Presidente FNAJ
Senhor Professor Eugénio da Fonseca - a luz que permanece
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
No dia 12 de Agosto, não foi só o Sol a sofrer um eclipse!. Fomos todos eclipsados pela perda de um Grande Homem e Amigo. O Voluntariado fica mais pobre com a partida de um dos seus mais apaixonados defensores. Homem bom de trato e fala amável, sempre que com ele trabalhei e privei senti tranquilidade nas suas palavras e na transmissão da sua sabedoria.
Obrigado Prof Eugénio por ter feito parte da minha existência, pelo seu apoio e carinho que sempre demonstrou por mim.
À família e amigos os meus mais sentidos pêsames e coragem.
No espaço de dois meses esta é a quinta perda que atravesso; de entre família e amigos; o que me leva a crer que não são apenas eles que partem, mas sim também nós partimos cada vez mais pobres para o resto das nossas vidas.
Paulo Sousa
Presidente Conselho Fiscal da Confederação Portuguesa do Voluntariado.
Presidente da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
Obrigado Prof Eugénio por ter feito parte da minha existência, pelo seu apoio e carinho que sempre demonstrou por mim.
À família e amigos os meus mais sentidos pêsames e coragem.
No espaço de dois meses esta é a quinta perda que atravesso; de entre família e amigos; o que me leva a crer que não são apenas eles que partem, mas sim também nós partimos cada vez mais pobres para o resto das nossas vidas.
Paulo Sousa
Presidente Conselho Fiscal da Confederação Portuguesa do Voluntariado.
Presidente da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
É com profundo lamento que soubemos do falecimento de Eugénio Fonseca.
Neste momento de luto, lembramos e homenageamos o companheiro com quem tantas vezes nos encontrámos e recebemos o seu estímulo para pugnar pela justiça social, pela igualdade e pela plena dignidade, sobretudo dos mais negligenciados na nossa sociedade.
Apresentamos sentidas condolências à família, amigos e à Confederação Portuguesa de Voluntariado.
A Direção da Ordem dos Assistentes Sociais
Neste momento de luto, lembramos e homenageamos o companheiro com quem tantas vezes nos encontrámos e recebemos o seu estímulo para pugnar pela justiça social, pela igualdade e pela plena dignidade, sobretudo dos mais negligenciados na nossa sociedade.
Apresentamos sentidas condolências à família, amigos e à Confederação Portuguesa de Voluntariado.
A Direção da Ordem dos Assistentes Sociais
Foi com profunda consternação que recebemos a notícia do falecimento do Dr. Eugénio Fonseca, homem de elevados valores humanistas e uma referência maior do voluntariado em Portugal.
O Dr. Eugénio Fonseca dedicou a sua vida à promoção da solidariedade e do bem comum e à defesa da dignidade humana, valores maiores para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, inclusiva e fraterna.
Neste momento de profunda tristeza, o Montepio Geral Associação Mutualista presta a sua sentida homenagem ao legado do Dr. Eugénio Fonseca e expressa as mais sinceras condolências à sua família, aos seus amigos, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos aqueles que com ele partilharam a missão de servir os outros.
Que a memória do Dr. Eugénio Fonseca permaneça como inspiração para todos os que acreditam nos valores da cidadania, da solidariedade e do compromisso com a comunidade.
O Dr. Eugénio Fonseca dedicou a sua vida à promoção da solidariedade e do bem comum e à defesa da dignidade humana, valores maiores para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, inclusiva e fraterna.
Neste momento de profunda tristeza, o Montepio Geral Associação Mutualista presta a sua sentida homenagem ao legado do Dr. Eugénio Fonseca e expressa as mais sinceras condolências à sua família, aos seus amigos, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos aqueles que com ele partilharam a missão de servir os outros.
Que a memória do Dr. Eugénio Fonseca permaneça como inspiração para todos os que acreditam nos valores da cidadania, da solidariedade e do compromisso com a comunidade.
Como o próprio em tempos escreveu, a propósito de alguém que lhe era muito querido, há gente que fica na história
Da história da gente...
O Professor Eugénio Fonseca é, com toda a certeza, uma dessas pessoas que deixa uma marca indelével no coração e na alma de quem o conheceu. Um exemplo de humildade, fraternidade, cidadania, humanidade e AMOR. Amor ao próximo, ao rico, ao pobre, ao chefe, ao empregado, ao Ser Humano. Deixou semente por onde passou e, na Cidade da Maia, à qual generosamente estendeu os braços, colheu admiração, respeito, estima, e amizade.
Que alegria ouvi-lo dizer que já amava a Maia, não mais do que na Maia também já amávamos a sua pessoa. Viria, feliz, à abertura da I Feira do Voluntariado da Maia, em setembro, estará ainda assim na nossa memória e corações.
O meu sentido pesar e sinceros sentimentos à família, amigos, colegas.
Que o Senhor o acolha de braços abertos, como ele sempre fez com quem se cruzou no caminho da Vida, e lhe dê o Eterno Descanso.
Até sempre, Professor.
Canta, canta, amigo canta,
Vem cantar a nossa canção
Tu sozinho não és nada
Juntos temos o mundo na mão...
E seguiremos cantando ✨
Da história da gente...
O Professor Eugénio Fonseca é, com toda a certeza, uma dessas pessoas que deixa uma marca indelével no coração e na alma de quem o conheceu. Um exemplo de humildade, fraternidade, cidadania, humanidade e AMOR. Amor ao próximo, ao rico, ao pobre, ao chefe, ao empregado, ao Ser Humano. Deixou semente por onde passou e, na Cidade da Maia, à qual generosamente estendeu os braços, colheu admiração, respeito, estima, e amizade.
Que alegria ouvi-lo dizer que já amava a Maia, não mais do que na Maia também já amávamos a sua pessoa. Viria, feliz, à abertura da I Feira do Voluntariado da Maia, em setembro, estará ainda assim na nossa memória e corações.
O meu sentido pesar e sinceros sentimentos à família, amigos, colegas.
Que o Senhor o acolha de braços abertos, como ele sempre fez com quem se cruzou no caminho da Vida, e lhe dê o Eterno Descanso.
Até sempre, Professor.
Canta, canta, amigo canta,
Vem cantar a nossa canção
Tu sozinho não és nada
Juntos temos o mundo na mão...
E seguiremos cantando ✨
Senhor Professor Eugénio da Fonseca - a luz que permanece
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
A morte física é o momento em que a vida nos sussurra, com firmeza e ternura, que nenhuma noite é eterna, que nenhuma dor é definitiva e que, mesmo diante desse silêncio, a luz encontra sempre uma forma de permanecer.
É também à luz dessa esperança que hoje evocamos o Senhor Professor Eugénio da Fonseca: - não apenas na tristeza profunda da sua partida, mas sobretudo na gratidão pela vida que nos ofereceu, pelo saber que partilhou, pela humanidade que soube transmitir e pelas marcas que deixou em todos aqueles como eu que tiveram o privilégio de o conhecer.
A morte interrompe uma presença, mas não apaga uma vida verdadeiramente vivida.
O Professor Eugénio da Fonseca permanece nas palavras que ensinou, nos valores que defendeu, nos gestos de solidariedade que praticou e, sobretudo, na memória daqueles a quem a sua existência acrescentou alguma coisa de melhor.
A morte em Cristo celebra a vitória da luz sobre a escuridão, do amor sobre o medo e da vida eterna.
E talvez seja precisamente essa a esperança que hoje nos pode amparar: - a de que aquilo que foi vivido com dignidade, generosidade e amor não desaparece. Transforma-se em memória, em exemplo, em legado e em inspiração.
Tal como a natureza floresce depois do inverno, também a memória humana pode fazer renascer aquilo que a morte parece querer levar. E é por isso que, perante a partida do Professor Eugénio da Fonseca, não devemos guardar apenas a dor da ausência. Devemos guardar também a beleza da sua presença.
O amor tem sempre a última palavra.
Um amor que acolhe, que reconhece, que agradece e que perpetua. E é esse amor - dos familiares, dos amigos, dos colegas, dos mais necessitados e de todos os que com ele cruzaram a vida - que hoje transforma a saudade em homenagem.
Que o seu exemplo nos ensine a continuar a construir, a servir, a ensinar, a cuidar e a acreditar.
Que a sua memória seja uma semente de esperança no coração de todos nós.
Porque, no fundo, a grande mensagem da sua morte é também uma mensagem para quem parte e para quem fica: - a morte pode fechar os olhos, mas não consegue apagar a luz de uma vida que verdadeiramente iluminou outras vidas.
Senhor Professor Eugénio da Fonseca, meu querido e permanente amigo desde 1995, que descanse em paz.
A sua presença parte; a sua memória permanece.
E a luz que deixou continuará a iluminar o caminho de todos nós.
L.F. De Melo e Silva
Um exemplo de missão em prol dos mais frágeis, aos quais dedicou toda a sua vida.
Para mim, um amigo, um mentor, um exemplo, que me fez descobrir um caminho.
Que descanse em paz junto do Pai.
Um beijinho, Prof. Eugénio.
Para mim, um amigo, um mentor, um exemplo, que me fez descobrir um caminho.
Que descanse em paz junto do Pai.
Um beijinho, Prof. Eugénio.
Em meu nome pessoal e em nome do Conselho de Administração da Fundação LIGA, manifesto o meu profundo pesar pelo falecimento de Eugénio Fonseca, figura de referência no voluntariado, na solidariedade e na defesa da dignidade humana.
Ao longo de décadas de serviço à comunidade - na Confederação Portuguesa do Voluntariado, na Cáritas Portuguesa e na Cáritas Diocesana de Setúbal, bem como nas muitas outras responsabilidades cívicas, sociais e eclesiais que assumiu, Eugénio Fonseca afirmou-se como uma voz persistente na defesa da dignidade da pessoa humana, no combate à pobreza e à exclusão e na construção de uma sociedade mais solidária, mais próxima e mais atenta aos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.
O seu exemplo, marcado pelo compromisso com o voluntariado, a cidadania e o bem comum, deixa um legado que merece ser recordado e continuado.
À sua família, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos os seus companheiros de missão, expressamos a nossa profunda solidariedade e pesar.
Fica a gratidão por uma vida dedicada aos outros e um exemplo que nos inspira a continuar a servir, a cuidar e a não deixar ninguém para trás.
Com profundo pesar e sentida homenagem,
Conceição Zagalo
Presidente do Conselho de Administração da Fundação LIGA
Ao longo de décadas de serviço à comunidade - na Confederação Portuguesa do Voluntariado, na Cáritas Portuguesa e na Cáritas Diocesana de Setúbal, bem como nas muitas outras responsabilidades cívicas, sociais e eclesiais que assumiu, Eugénio Fonseca afirmou-se como uma voz persistente na defesa da dignidade da pessoa humana, no combate à pobreza e à exclusão e na construção de uma sociedade mais solidária, mais próxima e mais atenta aos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.
O seu exemplo, marcado pelo compromisso com o voluntariado, a cidadania e o bem comum, deixa um legado que merece ser recordado e continuado.
À sua família, à Confederação Portuguesa do Voluntariado e a todos os seus companheiros de missão, expressamos a nossa profunda solidariedade e pesar.
Fica a gratidão por uma vida dedicada aos outros e um exemplo que nos inspira a continuar a servir, a cuidar e a não deixar ninguém para trás.
Com profundo pesar e sentida homenagem,
Conceição Zagalo
Presidente do Conselho de Administração da Fundação LIGA
Os nossos caminhos cruzaram-se em contexto profissional, mas o tempo foi consolidando amizade e estima mútuas. Grata pela disponibilidade e ajuda que sempre demonstrou, grata pelo seu exemplo de vida entregue à defesa dos mais frágeis. Que descanse em paz, no colo de Deus🙏
Os nossos caminhos cruzaram-se por um curto espaço de um ano, quando trabalhei na CPV. Nessa relação profissional, tive oportunidade de observar de perto a sua dedicação às causas sociais e ao voluntariado. Era uma pessoa com ambição e genuína vontade de fazer a diferença.
Mesmo depois de o meu percurso na CPV ter terminado, o Professor Eugénio nunca deixou de ter comigo um simpático gesto de estima: fazia questão de me ligar todos os anos pelo meu aniversário.
Sou grata pelo que me ensinou. Neste momento de profunda tristeza, deixo à família e aos que lhe eram mais próximos as minhas sentidas condolências.
Mesmo depois de o meu percurso na CPV ter terminado, o Professor Eugénio nunca deixou de ter comigo um simpático gesto de estima: fazia questão de me ligar todos os anos pelo meu aniversário.
Sou grata pelo que me ensinou. Neste momento de profunda tristeza, deixo à família e aos que lhe eram mais próximos as minhas sentidas condolências.
As Direcções da ENTRAJUDA, do Banco Alimentar e da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares associam-se a este momento de dor, com a certeza que o Eugénio Fonseca descansa na casa do Pai, celebrando já a sua Páscoa.
Tivemos o privilégio de privar com o Eugénio Fonseca e admiramos não apenas o legado que deixa, mas o Homem que se deu aos outros, seja na Cáritas Portuguesa, seja na Confederação Portuguesa do Voluntariado, seja em inúmeras outras organizações nas quais colaborou, de forma plena e exemplar.
À sua família e à equipa da CPV deixamos a nossa solidariedade sublinhando a gratidão pela vida do Eugénio.
Com amizade na dor.
Isabel Jonet
Tivemos o privilégio de privar com o Eugénio Fonseca e admiramos não apenas o legado que deixa, mas o Homem que se deu aos outros, seja na Cáritas Portuguesa, seja na Confederação Portuguesa do Voluntariado, seja em inúmeras outras organizações nas quais colaborou, de forma plena e exemplar.
À sua família e à equipa da CPV deixamos a nossa solidariedade sublinhando a gratidão pela vida do Eugénio.
Com amizade na dor.
Isabel Jonet
A Congregação das Religiosas Adoradoras manifestam o seu profundo pesar pelo falecimento do Prof Eugénio Fonseca, amigo pessoal de muitas das nossas Irmãs e grande Colaborador com a Obra Social da nossa Congregação, desde os anos 90. Grande admirador do Carisma congregacional, sempre mostrou um forte sentido de comunhão com a Causa da defesa dos direitos humanos das mulheres mais vulneráveis a que nos dedicamos. Dedicou muito tempo a oferecer-nos reflexão e partilha de conhecimentos sobre os atentados à dignidade das mulheres em contextos de prostituição e exploração laboral e sexual. Do Prof Eugénio sempre recebemos inspiração e alento para prosseguir neste árduo trabalho. Acompanhou algumas Irmãs em momentos dolorosos de doença terminal, principalmente após o período em que ele próprio esteve doente; pessoalmente, visitei-o inúmeras vezes, rezamos juntos partilhando a Fé no Deus que nos Ama.
Nesta HORA, enviamos as mais sentidas condolências à sua familia, às organizações e pessoas amigas que sentem já a sua falta, a sua pessoa, a sua voz firme e a sua atitude determinada. Prometemos seguir o seu extraordinário legado. Desde o lugar eterno, Eugénio, envie-nos forças, e viva na Paz do Reino.
Nesta HORA, enviamos as mais sentidas condolências à sua familia, às organizações e pessoas amigas que sentem já a sua falta, a sua pessoa, a sua voz firme e a sua atitude determinada. Prometemos seguir o seu extraordinário legado. Desde o lugar eterno, Eugénio, envie-nos forças, e viva na Paz do Reino.
