
Livro de Condolências
Neste espaço, convidamos todos aqueles que conheceram e estimaram Eugénio José da Cruz Fonseca a deixar uma mensagem de carinho, homenagem e solidariedade à família.
Que as palavras aqui partilhadas possam guardar a memória de Eugénio José da Cruz Fonseca e transmitir conforto e força a todos os que sofrem com esta perda.
A sua memória permanecerá sempre nos nossos corações
É com profunda tristeza que o Corpo Nacional de Escutas presta homenagem a Eugénio José da Cruz Fonseca, uma figura maior do voluntariado, da cidadania e da sociedade civil portuguesa.
Eugénio Fonseca foi um verdadeiro Escuteiro e amigo do Escutismo e do CNE. Esteve presente em muitos dos momentos mais importantes da vida do CNE. A sua presença não era meramente protocolar: revelava uma proximidade genuína, um compromisso efetivo e uma profunda compreensão do papel do Escutismo na formação de cidadãos responsáveis, solidários e comprometidos com o bem comum.
Ao longo de toda a vida da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de que foi fundador e Presidente, Eugénio Fonseca fez questão de convidar o CNE a integrar a Direção, reconhecendo-o como um parceiro natural e valorizado na defesa do voluntariado e na construção de uma sociedade mais justa, participada e fraterna. Durante cerca de duas décadas, o CNE sempre o reconheceu como um interlocutor atento, leal e uma voz firme na defesa do papel das organizações promotoras de voluntariado.
Católico convicto e acérrimo defensor do Escutismo, dedicou a sua vida ao serviço dos outros. Foi um defensor incansável do voluntariado, da solidariedade, da justiça social e da dignidade de cada pessoa. A sua intervenção pública deixou uma marca profunda nas instituições que liderou, nas causas que abraçou e nas muitas pessoas e organizações que encontrou ao longo do seu caminho.
O Corpo Nacional de Escutas endereça as suas mais sentidas condolências à família e aos amigos de Eugénio Fonseca, bem como a todos os dirigentes, voluntários e representantes da sociedade civil que com ele partilharam a missão de construir um país mais justo, solidário e fraterno.
Eugénio Fonseca foi também escuteiro. E, para nós, essa pertença permanece para sempre: uma vez escuteiro, escuteiro para sempre. Agora, no eterno acampamento.
Eugénio Fonseca foi um verdadeiro Escuteiro e amigo do Escutismo e do CNE. Esteve presente em muitos dos momentos mais importantes da vida do CNE. A sua presença não era meramente protocolar: revelava uma proximidade genuína, um compromisso efetivo e uma profunda compreensão do papel do Escutismo na formação de cidadãos responsáveis, solidários e comprometidos com o bem comum.
Ao longo de toda a vida da Confederação Portuguesa de Voluntariado, de que foi fundador e Presidente, Eugénio Fonseca fez questão de convidar o CNE a integrar a Direção, reconhecendo-o como um parceiro natural e valorizado na defesa do voluntariado e na construção de uma sociedade mais justa, participada e fraterna. Durante cerca de duas décadas, o CNE sempre o reconheceu como um interlocutor atento, leal e uma voz firme na defesa do papel das organizações promotoras de voluntariado.
Católico convicto e acérrimo defensor do Escutismo, dedicou a sua vida ao serviço dos outros. Foi um defensor incansável do voluntariado, da solidariedade, da justiça social e da dignidade de cada pessoa. A sua intervenção pública deixou uma marca profunda nas instituições que liderou, nas causas que abraçou e nas muitas pessoas e organizações que encontrou ao longo do seu caminho.
O Corpo Nacional de Escutas endereça as suas mais sentidas condolências à família e aos amigos de Eugénio Fonseca, bem como a todos os dirigentes, voluntários e representantes da sociedade civil que com ele partilharam a missão de construir um país mais justo, solidário e fraterno.
Eugénio Fonseca foi também escuteiro. E, para nós, essa pertença permanece para sempre: uma vez escuteiro, escuteiro para sempre. Agora, no eterno acampamento.
