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Candidaturas abertas para Troféu Português do Voluntariado

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Encontram-se abertas, até dia 15 de Outubro, as candidaturas para a 8.ª edição do Troféu Português do Voluntariado. As candidaturas podem ser apresentadas por organizações de voluntariado ou promotoras de voluntariado – públicas ou privadas, legalmente constituídas. As candidaturas devem ser efetuadas exclusivamente através do formulário digital disponibilizado para o efeito, respeitando o Regulamento do Troféu.

O Troféu Português do Voluntariado é atribuído anualmente pela CPV e tem como finalidades homenagear o trabalho dos voluntários e incentivar a prática do voluntariado.

Entre os objetivos do Troféu Português do Voluntariado destacam-se:

- Promover o voluntariado como exercício de cidadania ativa e envolvimento consistente de todos para o bem comum;

- Valorizar o voluntariado que contribua para a melhoria das condições de vida de pessoas e comunidades, particularmente as que estejam em situação ou risco de exclusão;

- Incentivar a defesa do ambiente e dos animais;

- Divulgar boas práticas de voluntariado para potenciar a sua replicação e/ou a realização de novos projetos de voluntariado.

O Troféu a atribuir ao(s) vencedor(es) consubstancia-se numa peça de cristal, acompanhado de um certificado emitido no nome do(s) vencedor(s). A organização proponente receberá também um certificado, mencionando o nome do projeto associado ao(s)  vencedor(es)

Criação do Conselho Nacional do Associativismo Popular aclamada publicamente

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Cerca de 150 pessoas aclamaram publicamente e com grande entusiasmo, a criação do Conselho Nacional do Associativismo Popular (CNAP), no passado dia 15 de Setembro, pelas 19h30, na Casa do Alentejo em Lisboa, durante um evento organizado para apresentar o Livro do Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes 2015 e a constituição do CNAP.

Momento de abertura do evento, com a intervenção de João Queiroz (1.ª pessoa de costas à direita), Presidente da Direção da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e vista geral da sala. Créditos: Nuno Agostinho, Sociedade de Instrução e Beneficência Voz do Operário

A criação do CNAP acontece na sequência da aprovação do Manifesto Associativo 2015, aquando do encerramento do Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes 2015, a 7 de Novembro do ano passado, o qual previa a criação do Conselho como primeira recomendação estratégica ao movimento associativo português.

Como referiu Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), na sua comunicação de apresentação do CNAP, as 9 organizações (nomes em anexo) que constituíram a Comissão Organizadora do Congresso decidiram assim cumprir o Manifesto e criar esta estrutura representativa de todo o Movimento Associativo Popular (MAP), mesmo sem o apoio de entidades externas ao Movimento.

A apresentação dos objetivos de atuação desta estrutura, a qual funcionará com caráter informal, foi aclamada por todos os representantes do Movimento presentes no evento, tendo alguns manifestado o seu contentamento com a possibilidade de existir uma entidade que, embora integrando a diversidade de organizações que compõem o Movimento, possa trabalhar de forma mais homogénea para superar os constrangimentos e os desafios que se colocam ao MAP em Portugal.

Num momento histórico, o Movimento Associativo Popular uniu-se em torno de uma vontade comum de contribuir para a concretização das 45 recomendações estratégicas enunciadas no Manifesto e manifestou a sua disponibilidade para colaborar com todos os poderes da sociedade para resolver os problemas que afetam o Movimento.

Através da intervenção de Augusto Flor, as 9 organizações que compõem o CNAP expressaram a sua disponibilidade para acolher outras organizações congéneres que queiram aderir ao CNAP e assim reforçar o papel desta estrutura no cumprimento dos seus objetivos. Aberta esta possibilidade, a recém-criada Federação Portuguesa de Jogos Tradicionais, representada pelo seu presidente da direção, apresentou o seu pedido de adesão à estrutura.

Para formalizar a criação do CNAP, e cumprindo uma tradição iniciada aquando da criação da CPCCRD, os representantes das organizações membro do Conselho tiraram um fotografia de grupo e assinaram os Livros do Congresso, como símbolo do compromisso assumido.

Fotografia dos representantes das organizações membro do CNAP. 1.ª fila, da esquerda para a direita: Luís Mendes, Presidente da direção da Federação Portuguesa de Teatro; João Queiroz, Presidente da direção da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal; Augusto Flor, Presidente da direção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto; Eugénio Fonseca, Presidente da direção da Confederação Portuguesa do Voluntariado; Francisco Rodrigues, Presidente da direção Confederação das Casas do Povo. Fila de trás, da esquerda para a direita: Manuel Neves, Presidente do Conselho Fiscal da Federação Portuguesa dos Cineclubes; Martinho Caetano, Presidente da direção da Confederação Musical Portuguesa; Daniel Café, Presidente da direção da Federação do Folclore Português; Francisco Teófilo, membro da direção da Confederação do Desporto de Portugal.

Créditos: Nuno Agostinho, Sociedade de Instrução e Beneficência Voz do Operário

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Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social - 2010